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** Chitai, não indico a leitura desta postagem para você... pode ser entediante... rsrsrs
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Eu estava buscando inspiração pra fazer um novo post, queria falar sobre algo que fosse interessante...
Nas 2 últimas semanas, estive envolvida em uma grande empreitada, que felizmente me proporcionou notável crescimento cultural e, de quebra, recebi indicações de muitos livros, filmes e músicas... entre os filmes que foram indicados, alguns eu já conhecia e já havia assistido [por causa do vício adorável que adquiri pela convivência com a Maeda (viu, eu sei falar bem de você também) quando morava em Guararapes], mas entre os filmes por mim desconhecidos, uma indicação e "avaliação" me chamou a atenção... resolvi assisti-lo e, ao terminar, eu sabia que precisava indicá-lo a todas as pessoas que conheço e que tem um gosto cinéfilo parecido com o meu... e isso eu fiz, acho q indiquei o filme via MSN para uns 15 amigos... rs...
O fato é que imediatamente tive vontade de comentá-lo aqui... mas para a postagem não ficar muito centrada e um tanto quanto vazia, resolvi que indicaria mais 2 filmes, que se assemelham em 'modo de fazer' e que eu adoro... mas... acontece que estes 2 filmes que iriam engrossar o post eu assisti já há algum tempo, e achei por bem assisti-los novamente para melhor comentar... mas esse fim de semana o tempo me fugiu de controle e acabei não conseguindo assistir... por isso, vou comentar apenas um filme mesmo...
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500 dias com ela
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Eis o título em português para o filme "500 days of Summer"... ao contrário do que pode parecer num primeiro momento, não são "500 dias de Verão" (ou seriam?)... Summer é o nome da mocinha do filme... daí, todo o sentido em serem "500 dias com ela"... toda a história gira em torno de um "relacionamento-não-relacionamento" entre Summer e Tom...
Numa análise geral, que a gente só consegue fazer após raciocinar o sentido do filme, não se trata de uma análise exclusiva da relação apresentada no filme, mas uma análise que pode ser perfeitamente aplicada aos relacionamentos amorosos de todos nós, durante a nossa vida... independente destes relacionamentos durarem ou não os tais 500 dias...
À primeira vista pode parecer apenas mais um daqueles melosos filmes de amor, mas não é... é um filme que demonstra claramente como é vivenciar o paradoxo de estar apaixonado/viver uma paixão...
Vou usar aqui, um comentário feito pelo próprio Pedro quando indicou o filme: "O filme não é doce. Pelo contrário. Chega a ser cruel e doloroso como a paixão pode ser, mas também a mostra como deliciosa e imprescindível que é na vida de qualquer ser humano vivo".
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Com muita sinceridade, gostaria que vocês assistissem a este filme... e, já que estou indicando esta 'ida à locadora', aproveitem a viagem para locar "Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças" e "O Labirinto do Fauno"... mas aviso antecipadamente... vocês precisam assistir com o coração aberto, principalmente este último...
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Acho que era só isso... não comentei, mas deixei indicação dos outros dois filmes que queria... já valeu, né?!
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Espero que gostem dos filmes, que assistam e que comentem suas percepções sobre eles...
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Agradeço por perderem vosso preciso tempo com este humilde e insano espaço para devaneios...
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Bom tê-los por aqui, ainda...
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Beijos a todos...
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